sexta-feira, 28 de março de 2014


Subsídio para a lição 13 - O Legado de Moisés
Legado = O que é transmitido a outrem que vem a seguir.

Texto: Salmos 78.1-8

Nós precisamos enxergar um pouco além de nós mesmos. Precisamos ter o coração para a próxima geração.  Precisamos fazer algo hoje, para deixar uma herança para aqueles que virão depois de nós.  Esse Salmo de Asafe é uma ordem que Deus deu a o seu povo. O verso cinco diz que ele estabeleceu um testemunho em Jacó e instituiu uma lei em Israel e deu uma ordem aos pais. Que testemunho foi esse? Qual foi a lei? E a ordem o texto se refere? De que aquela geração deixasse uma herança para outra geração. Deus não queria que as próximas gerações seguissem o exemplo negativo das gerações passadas. Então ele convoca a geração presente a deixar um testemunho, um ensino uma herança que pudesse perpetuar o conhecimento de Deus nas gerações vindouras. Esse apelo é para nós também. Nós temos a mesma responsabilidade diante de Deus de deixar uma herança através da nossa vida, da nossa experiência com Deus, uma herança espiritual que vai assegurar que as próximas gerações continuarão servindo e seguindo ao Senhor.             Portanto, o que devemos deixar para a próxima geração? 

 I – UM EXEMPLO DE CONFIANÇA EM DEUS(Vv. 6,7)     
 1.1. Senão observe o que nos diz os versos 6,7: “a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes; 7   para que PUSESSEM EM DEUS A SUA CONFIANÇA.”      1.2. Nós vivemos no meio de uma geração que acredita em tantas coisas absurdas, mas não acredita em Deus. As pessoas acreditam em horóscopo, acreditam em superstições, acreditam em duendes, em cristais em fantasma, mas acreditam pouco em Deus.      1.3. Muitas crianças crescem acreditando em mula sem cabeça, em papai Noel em coelhinho da páscoa em bruxa, no gênio da lâmpada. Porque as escolas ensinam isso, muitos pais ensinam isso. Mas quem se preocupa em ensinar a confiar em Deus? Deus está convocando uma geração que se coloque como modelo, com exemplo e homens e mulheres que acreditem em Deus! Que ponham em Deus a sua confiança. Para que fique um modelo, um testemunho, um exemplo de alguém que confia no Senhor. 1.3. Nesse sentido o nosso desafio é duplo: a) Primeiro precisamos deixar um testemunho para que a próxima geração creia em Deus: Se não testemunharmos a nossa fé de maneira proposital, corremos o risco de ter uma geração cada vez mais cética, mais ateia, mais distante de Deus. b) Segundo precisamos deixar um testemunho para a próxima geração creia no poder de Deus:Nós precisamos ter mais experiências espirituais com o poder de Deus. Experiências de milagres para deixar um modelo para a próxima geração. * Se nós hoje não aplicarmos fé para milagres, aproxima geração será uma geração natural. Precisamos crer mais. Precisamos que os nossos filhos vejam em nossa vida um modelo de homens de fé. * A fé que nós temos não pode ser apenas teoria. Tem que virar experiência na nossa vida. Senão vira discursos vazio.  

 II – UM EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA A DEUS(V.7)    
   2.1. Veja o que nos diz o verso 7: “para que pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, MAS LHE OBSERVASSEM OS MANDAMENTOS.”      2.2. A segunda herança que precisamos deixar para a próxima geração é o exemplo de obediência a Deus. Se nós não nos dispusermos hoje a obedecer a Deus, a próxima geração vai achar que não vale a pena obedecer.      2.3. Isso é muito importante. Porque nós fazemos parte de uma geração que não gosta de obedecer, que questiona tudo: os valores, os princípios, as direções que são dadas. Via de regra, as pessoas fazem o que querem e não o que é certo. Essa é a mentalidade do mundo hoje: Se você fez algo errado, mas está se sentindo bem consigo mesmo, é isso que importa”. Então as pessoas não querem mais obedecer. Não estão mais preocupados em fazer o que é certo, mas o que as fazem sentir-se bem. A nossa geração não quer obedecer, que fazer aquilo que acha melhor. E Deus precisa levantar entre nós homens que sejam referenciais. Homens do mesmo tipo de Abraão, que muitas vezes não entendeu, mas mesmo assim obedeceu! O alvo de Deus é que a geração de hoje estimule a próxima geração a observar os mandamentos do Senhor. Nós não podemos pactuar com essa geração rebelde e insubmissão que se recusa a obedecer ao Senhor.  Temos que marcar a próxima geração com o princípio da obediência! Que as crianças de hoje olhe para nós e fale acerca da nossa obediência. Que fomos homens e mulheres que obsevavam os mandamentos do Senhor. 

 III – UM EXEMPLO DE CONSTÂNCIA(V.8)      
 3.1. O verso 8 diz que as gerações não deveriam herdar o exemplo dos que vieram antes, que tiveram um coração inconstante. V.8: “e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante.”      3.2. Inconstância é uma característica da nossa geração de não ir até o final em nada. Todo mundo começa, mas poucos de fato perseveram até o final.      3.3. É difícil você encontrar alguém que está por anos a foi fazendo a mesma coisa. Em geral quando você conversa com as pessoas elas estão sempre começando algo. As pessoas não são constantes nos estudos. Não são constantes no casamento. Não são constantes nos relacionamentos. Não são constantes na profissão e também não são constantes na fé. Eu creio que nesse texto Deus estava se referindo a fé do povo. O povo oscilava muito entre crer e obedecer a Deus. Hora eles gritavam: “O que tu disseres nós faremos”. Hora diziam: “ Por que nos tirastes do Egito?” Era um povo que não sabia ao certo o que queria fazer da vida. Teve momentos que Josué, e mais tarde Elias tiveram que confrontar o povo dizendo: “Vocês tem que escolher a quem você s vão servir”. Porque um dia vocês vêm sacrificam a Deus, outros vocês se prostram diante de Baal…! Portanto, nós precisamos ter essa preocupação de deixar o exemplo de CONSTÂNCIA para a próxima geração. Que nós sejamos modelo de pessoas que têm uma fé firme que não vai se diluindo com o passar do tempo, mas pelo contrário, que vá se fortalecendo! Temos que deixar essa herança, esse legado, esse referencial de uma fé firme e constante em Deus! Que os nossos filhos depois de nos observarem por anos, possam ter segurança para servir a Deus. Porque um dos papéis do pai e dar segurança para os filhos!  

 IV – UM EXEMPLO DE FIDELIDADE:       
 4.1. Veja o que nos diz o verso 8: “e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante, e cujo espírito não foi fiel a Deus.”        4.2. Precisamos falar um pouco sobre a fidelidade. Porque se nós formos uma geração infiel. Nossos filhos seguirão nosso exemplo.        4.3. A infidelidade é também reflexo da ingratidão do coração. Nós vemos no Antigo Testamento que  Deus dava tudo ao povo mas o povo sempre caminhava no caminho da infidelidade.        4.3. E no Salmo 78, Deus convoca a geração presente a estabelecer um modelo, para que as gerações futuras não sigam no caminho de infidelidade do passado.  Não tem sido muito diferente nos nossos dias! Na hora do aperto as pessoas fazem votos a Deus, fazem juras de amor. Prometem mundos e fundos. Mas quando são abençoadas esquecem-se completamente de Deus! No que tange ao dinheiro, a gente vê que as pessoas colocam dinheiro em tantas coisas. Elas gastam sem pena quando vão ao shopping, quando viajam, quando querem comemorar uma vitória. Mas retorna muito pouco para Deus. Você precisa saber que se você hoje for fiel, a geração que vai sair de você vai usufruir das bênçãos da sua fidelidade. Mas se você for infiel, além de não deixar bênção, você deixará um legado de infidelidade. Não adianta a gente deixar livros escritos, e mensagens gravadas sobre fidelidade se a nossa vida não for um modelo de fidelidade. Pois como diz o ditado: “AS PALAVRAS CONVENCEM MAS OS EXEMPLOS ARRASTAM” A próxima geração precisa entender pelo nosso exemplo que vale a pena ser dizimista. Que vale a pena sustentar a obra de Deus. Que vale a pena investir no reino de Deus. Precisamos marcar a próxima geração com o modelo de fidelidade!  Conclusão:Precisamos que todos se posicionem para marcar, influenciar e deixar uma herança para a próxima geração. Mas hoje, eu quero fazer um desafio direto aos pais. Qual o legado que você deixará para a próxima geração?

 Que você possa deixar um legado de CONFIANÇA – OBEDIÊNCIA – CONSTÂNCIA e FIDELIDADE.ip

Fonte: http://videiraroo.com.br/site/site/paginas/detalhes/234/
Dinâmica para a Lição 13 – O Legado de Moisés
Dinâmica
Objetivo: Mostrar que todos os filhos têm direito a herança do pai independente de sua condição.
Material: Divida a turma em pequenos grupos. Dê uma cópia para cada aluno e peça que façam suas escolhas e as justifiquem.
“Um pai deixou herança de R$150 mil.  A herança precisa ser repartida por três filhos.
Condição dos filhos.

1º-Fumante, aposentada, vivendo com salário mínimo.

2º-Jovem viciado em craque, mas sempre ajudou os Pais.

3º-Gêmeas cadeirantes, porém são funcionárias públicas.

4º- Rapaz de 18 anos alcoólatra presta serviço social.

5º-Moça de 24 anos, garota de programa, estuda para cursar engenharia (sonho dos pais)

6º-Psicologo 88 anos, enfermo, trabalhou durante 33 anos.

7º-Morador de rua, os pais nunca conheceram.

8º-Moça bonita dona de empresa. Apanha do marido.

9º-Filho adotivo, Carcereiro, estudou até o 5º ano (4ª série), necessita do emprego.

Pronto essa Herança só pode ficar com Três de seus filhos.

Preciso que os três filhos, sejam merecedores da Herança.
Justifiquem a herança.”

Contextualização: Dê oportunidade para que os grupos revelem suas escolhas.  Pergunte se eles fizessem parte dessa família e não tivessem recebido parte na herança se achariam justo. Após as respostas, diga-lhes: E se esse Pai fosse Deus ele faria acepção de filhos para receberem a herança ou a estenderia a todos igualmente independente de suas condições?
Diga-lhes que a salvação da alma humana – Este é o maior legado, a maior herança que Jesus deixou. É importante lembrar que a Bíblia afirma que todos pecaram, e afirma também que o salário do pecado é a morte, sendo assim, todos estávamos condenados à morte.
Importante lembrar que a salvação é pela graça e não pelas obras para que ninguém se glorie.

Dinâmica adaptada por Betânia Rodrigues.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Dinâmica para a lição 12 - A Consagração dos Sacerdotes

Dinâmica de reflexão:
Objetivo: 
Mostrar que através do perfeito sacrifício de Jesus, podemos ter um coração transformado.
 Material:
papel preto, papel vermelho, canetas hidrocor e fita crepe.
 Desenvolvimento:
1. De acordo com o número de participantes, prepare antecipadamente alguns quebra-cabeças de coração (é bom que o grupo seja subdividido em grupos de no máximo 5 pessoas).
2. Recorte na folha vermelha um coração (se for uma folha A4 por ex: o coração vai ocupar toda a extremidade da folha, ficando somente o contorno, que você vai colar na folha preta).
3. Depois risque  traços dentro do coração de formas variadas para  fazer o quebra-cabeça ( dá umas dez  partes de tamanhos diferentes);
4. Monte um para você ter como modelo;
5. Ao apresentar para grupo, você de acordo com a inspiração que Deus lhe der no momento, poderá fazer uma paralelo do coração quando estava preto pelo pecado, pergunte ao grupo que pecados seriam estes que deixou o coração em pedaços;
6. Depois peça ao grupo (de 5 pessoas cada) para reconstruirem o coração, que só Jesus pode refazer nossos corações quebrados pelo pecado com perfeição, só Jesus pode nos restruturar novamente, através de seu precioso poder e Sangue;
7. Dê um tempo para o grupo tentar montar sem ver o modelo, depois exponha o modelo para facilitar;
8. Assim que o coração estiver montado, dê pedaços de fita crepe para o grupo fixar os pedaços;
9. A seguir peça que escrevam em cada pedaço o que foi restaurado naquele coração (ex: fé, paz, alegria, etc), deixe que cada grupo fale se foi fácil montar o coração e que sentimentos as envolveram;
10. Termine com um hino como "Dai-me um coração igual ao teu meu Mestre" ou "Recebi um novo coração do Pai" 

Subsídio para a lição 12 - A consagração dos Sacerdotes
Palavras chave: consagração, santificação e reconciliação
A CONSAGRAÇÃO DOS SACERDOTES E DO ALTAR
A consagração é um ato pelo qual pessoas ou objetos são separados e dedicados ao serviço e ao culto de Deus. O SENHOR deu instruções minuciosas sobre a maneira como os sacerdotes e o tabernáculo deveriam ser consagrados.
O SENHOR ordenou que a consagração de tudo fosse feita por Moisés. Também a consagração do crente não é feita por ele próprio, nem por outro homem seja ele quem for: é algo que Deus faz por ele, em conseqüência da obra completada por Cristo.
Qualquer "consagração" feita por homens, às vezes incluindo imposição de mãos e outros rituais, é apenas humana. A imposição de mãos na igreja primitiva (1 Timóteo 4:14, 2 Timóteo 1:6) indicava apenas solidariedade no trabalho de um irmão (1 Timóteo 5:22), não a sua consagração como servo de Deus, nem a transmissão de qualquer dom especial da parte de Deus.
Antes de consagrar Arão e seus filhos, Moisés deveria providenciar os animais e outras coisas necessárias para o ato. Deus já providenciou tudo para a nossa consagração, como veremos.
Em seguida, o cerimonial consistia no seguinte:
  1. Trazer Arão e seus filhos à porta do tabernáculo, onde Moisés tinha que lavá-los todos com água. Eles eram "batizados", pois o corpo todo era imerso na água. A lavagem cerimonial com água é típica da regeneração espiritual, a justificação por graça pelo Espírito Santo mediante Jesus Cristo, nosso Salvador (João 3:5, Tito 3:5-7), que é simbolizada pelo nosso batismo.
  2. Vestir os sacerdotes com as vestes feitas conforme as instruções detalhadas que o SENHOR lhe havia dado. Consagração não é prometer usar o que somos e o que temos no serviço de Deus, mas sim pôr de lado o que somos e o que temos neste mundo (as velhas roupas) e virmos a Ele despidos de tudo, com as mãos vazias, reconhecendo nossa fraqueza e incapacidade, para que Ele nos vista com um novo caráter e nos habilite a fazer as Suas boas obras (as novas vestes sacerdotais).
  3. Ungir Arão e seus filhos com o óleo da unção. Era um óleo muito perfumado, que deveria ser feito exatamente conforme uma receita que o SENHOR deu a Moisés, dedicado exclusivamente à consagração do tabernáculo, seus utensílios, e os sacerdotes. Se alguém compusesse óleo igual, ou dele pusesse em quem não fosse sacerdote, deveria ser eliminado do povo. Este cuidado todo era importante porque o óleo sagrado, feito das mais excelentes especiarias, representava o Espírito Santo. O sumo sacerdote simbolizava o Messias, o Senhor Jesus, chamado o Ungido de Deus (Atos 10:38), sobre quem o Espírito Santo desceu em seu batismo; Deus também unge todos os crentes em Cristo, seus novos sacerdotes, dando e selando-nos com o Espírito Santo quando da nossa conversão (2 Coríntios 1:21,22). Ninguém mais pode receber o Espírito Santo, de qualquer outra maneira (Atos 8:18-23). Notemos a ordem: primeiro Arão foi vestido e ungido, depois seus filhos. Também era necessário que Cristo viesse e completasse sua obra redentora antes que nós pudéssemos ser vestidos com a salvação que dele procede, e o Espírito Santo que Ele nos dá.
  4. Arão e seus filhos tinham que impor as mãos sobre a cabeça do novilho trazido por Moisés, que depois devia ser imolado. Impor as mãos não transmitia qualquer coisa mágica ou espiritual para o novilho, apenas indicava que iria ser sacrificado pelo pecado deles. Depois de imolado, seu sangue, derramado pelo pecado dos sacerdotes, era colocado nos chifres e na base do altar. Todo sacrifício pelo pecado simboliza o único sacrifício aceitável como tal por Deus: o do seu Filho, Jesus Cristo, que Ele nos proveu. Seu sangue foi derramado ao pé da cruz, o Seu altar. Como o sacrifício pelo pecado tinha que ser queimado com fogo fora do arraial, também Jesus Cristo foi crucificado fora da cidade de Jerusalém.
  5. Queimar o holocausto: um dos dois carneiros trazidos por Moisés, também identificado com Arão e os sacerdotes pela imposição das suas mãos, imolado, seu sangue era jogado ao redor do altar, seu corpo partido e lavado, depois queimado. Isto era aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR. Cristo se entregou a si mesmo por nós, como oferta em sacrifício a Deus em aroma suave (Efésios 5:2). Mas nosso amor a Deus e ao nosso próximo vale mais que todos sacrifícios de oferta queimada feitos debaixo da lei (Marcos 12:33), e nossas contribuições para os que estão no serviço de Deus são como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus (Filipenses 4:18). Este carneiro, portanto, fala-nos de nosso amor e comunhão com Deus, e com o Seus.
  6. Sacrificar o segundo carneiro, também depois de identificado com Arão e os sacerdotes. O seu sangue era depois colocado na ponta da orelha direita, e o polegar das mãos e dos pés deles, sendo o restante jogado ao redor do altar. Esta providência marcava a dedicação dos sacerdotes ao serviço de Deus. Limpos, sem pecado, perfumados, gozando da comunhão de Deus, eles eram agora induzidos ao Seu serviço. Ouvindo somente a voz de Deus, suas mãos deveriam permanecer limpas, praticando a retidão, e seus pés deveriam caminhar no reto caminho da justiça, sem desviar para a direita ou para a esquerda, ou tropeçar e cair. Mediante o seu sangue, Cristo nos justificou, nos santificou, e nos dedicou ao serviço de Deus. Como os sacerdotes, devemos manter a consagração pelo sangue de Cristo do que ouvimos, fazemos e do nosso caminhar.
  7. Santificar com sangue e óleo:
a) salpicar o sangue sobre o altar, e o óleo da unção, sobre as vestes sacerdotais, símbolo de santificação,
b) tomar a gordura e outras partes do carneiro, bem como um pão, um bolo, e uma obreia (pão asmo achatado) e queimá-los depois de movê-los diante do SENHOR.
c) tomar o peito do carneiro, movê-lo de um lado para o outro como oferta movida diante do Senhor, consagrá-lo junto com a coxa da porção que foi movida, depois cozê-los no lugar santo. Eles teriam que ser comidos somente por Arão e seus filhos, bem como os pães asmos trazidos por Moisés dentro do cesto.
Uma vez santificados pelo sangue, e pelo óleo, os sacerdotes agora podiam exercer o sacerdócio diante de Deus, oferecendo-lhe ofertas pacíficas, as ofertas movidas, e comer do sacrifício. Como eles, depois de purificados pelo sangue de Cristo, e ungidos pelo Espírito Santo, também podemos nos chegar diante de Deus, mediante Cristo, com nossas ofertas e sacrifícios de adoração, louvor, nossos corpos, e o que possuimos. Comemos do Pão de Deus, o Evangelho de Cristo, a Sua Palavra que nos foi dada pelo Espírito Santo.
O processo de consagração deveria ser repetido por sete dias, para completa purificação de Arão e seus filhos. O altar também precisava ser purificado e ungido repetidamente por sete dias. Depois disto, diariamente, eram feitos sacrifícios no altar de um cordeiro, pela manhã, e outro ao por do sol. Assim se recordava ao povo, duas vezes ao dia, que sangue inocente tinha que ser derramado pelos seus pecados. Esse sangue era figura de Cristo, que verteu o seu próprio, do que devemos constantemente nos lembrar (Hebreus 9:26).
Uma das coisas que distinguia o povo de Israel dos outros povos era a presença da glória do SENHOR com ele, na forma de núvem. Esta núvem lhes dava luz à noite, e indicava quando marchar ou parar. Nossa núvem é o Espírito Santo de Deus, que nos dirige mediante a sua Palavra, e nos ilumina o caminho quando as trevas nos cercam.
 R David Jones


sábado, 15 de março de 2014

Lição 11 - Deus Escolhe Arão e Seus Filhos Para o Sacerdócio
Palavras chave: Eleição, Consagração e Serviço.


Sacerdócio Santo - 1Pedro. 2.5,9.
No Antigo Testamento o sacerdócio era restrito a uma minoria qualificada. Sua atividade distintiva era oferecer sacrifício a Deis, em prol do seu povo e comunicar-se diretamente com Deus (Ex.19.6; 28 1,2; I Cr.29.11). Agora por meio de Jesus Cristo, todo crente é constituído sacerdote para o serviço de Deus (Ap.1.6; 5.10; 20.6). Esse sacerdócio de todos os crentes abrange o seguinte:
1.            Todos os crentes tem acesso direto a Deus, através de Cristo - o sumo sacerdote (Ef. 2.18).
2.            Todos os crentes tem a obrigação de viver uma vida santa (1Pedro. 2.5,9.).
3. Todos os crentes devem oferecer "sacrifícios espirituais" a Deus, inclusive:
 (a) viver em obediência a Deus, sem conformar-se com o mundo (Rm. 12.1,2); 
(b) Orar a Deus e louvá-lo (Hb. 13.15);
 (c) Servir com um coração íntegro e mente disposta (Fl.2.17); 
(d) Contribuir com nossas posses materiais (Rm 12.13);
 (e) Praticar boas ações (Hb. 13.16);
 (f) Apresentar nossos corpos a Deus como instrumento da justiça (Rm. 6.13,19).
4. Todos os crentes devem interceder e orar uns pelos outros e por todos (Cl. 4.12).
5. Todos os crentes devem proclamar a palavra e orar pelo sucesso dela (I co. 14.26).


Lição 11- Deus Escolhe Arão e Seus Filhos Para o Sacerdócio


Material: copo descartável e refrigerante ou suco
Objetivo: Mostrar a necessidade de estar pronta para servir

Dê a cada mulher um copo e diga a elas que aquele copo representa a vida delas, escolha 7 ou 8 itens no qual elas precisem consertar em suas vidas. Exemplo: 
  • Preguiça de orar
  • Não ler a Bíblia todos os dias 
  • Não saber perdoar
  •  Orgulho
  • Facilidade para se irar
  • Reclamação constante
  • Julgar o próximo
  • Não falar a verdade   
Comente o 1º item e no final dele peça que quem tem essa dificuldade que foi comentada corte uma tira do copo, assim faça com os demais ítens. No final de todos os itens os copos estarão em tiras, então você oferece o refrigerante ou o suco e tenta servir nesses copos cortados, que com certeza elas não deixarão servir. Então fale que Jesus é fonte d’água viva e quer jorrar sobre nós, mas se não consertarmos nossas vidas como jorrará sobre nós, como vai nos encher? Poderá citar o exemplo da mulher samaritana, que consertou sua vida e foi cheia das virtudes do senhor e logo estava servindo ao Senhor testemunhando para seus familiares e sua vizinhança.

segunda-feira, 3 de março de 2014


Subsídio para a lição 10 - As Leis Civis Entregue por Moisés aos Israelitas
Palavras Chave: Organização Responsabilização, Justiça

As leis civis de Israel tratam das consequência  do comportamento inapropriado e abusivo. Note que se enfatiza a recompensa pelo comportamento errado. Isso deixa claro que Deus nos responsabiliza pelas nossas ações. Essas leis revelam as instruções de /deus para a manutenção de uma sociedade ordeira e sadia pela observação dos devidos limites. Esses limites salvaguardam relacionamentos humanos e identidades pessoais e, ao mesmo tempo, reconhecem a vida digna e a propriedade.

Enquanto nação, social e politicamente organizada, Israel teve as suas leis civis.
Entendemos que muitas destas leis eram temporais e necessárias para época à qual foram concedidas. Além disso, muitas destas Leis Civis e Penais foram escritas e entregues por Moisés com base em legislações já existentes, não sendo elas as primeiras leis escritas conhecidas pela humanidade. A história confirma que 500 anos antes de Moisés, por volta do ano 1750 a.C, no tempo de Abraão, existiu na Mesopotâmia um código de leis que estabelecia o princípio do “olho por olho, dente por dente” (Lei do Talião) tal como aparece depois na Torá (ver Êxodo 21:23-27; Levítico 24:17-20 e Deuteronômio 19:21)). Trata-se do Código de Hamurabi que serviu de base para muitas das leis contidas no Pentateuco. Todavia, em certo sentido podemos afirmar que todas as leis são de Deus e as que não foram entregues por Ele diretamente, com certeza tiveram a Sua concordância, para causarem um poderoso impacto na vida pessoal dos judeus, no sentido da prevenção e preservação da vida deles (ver Deuteronômio 6:24). 

É interessante que na nova aliança, Cristo teve a autoridade de revogar a Lei do Talião no fundamento do amor (ver Mateus 5:38-48). Pense bem! Caso esta lei fosse eterna, poderia ela ser revogada ou melhorada? Por isso defendemos a tese de que muitas das leis contidas na Torá, escritas por Moisés, respeitavam o momento histórico vivido pelo povo de Israel.


A lei Civil se aplicava à vida cotidiana em Israel (ver Dt. 24.10,11). Pelo fato de a sociedade e a cultura modernas serem tão radicalmente diferentes das daquele tempo, esse código como um todo não pode ser seguido. Mas os princípios éticos contidos nos mandamentos são atemporais, e devem guiar nossa conduta. Jesus demonstrou estes princípios por meio de Sua vida exemplar.  

As leis civis do antigo Israel não mais existem hoje. A nação, politicamente reorganizada recentemente, após séculos da dispersão ocasionada pela destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., possui hoje um regime parlamentarista e leis que nada têm a ver com aquelas estabelecidas por Deus e entregues a Moisés, às quais nos referimos.

Porém há um povo especial que mantém uma íntima relação com Deus. Para este povo há de se cumprir a seguinte promessa:
“Nas suas mentes imprimirei as Minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo.” Hebreus 8:10.